Essa é uma poesia que esclarece as verdadeiras intenções do "Jacaré" (do papo amarelo) que invadiu Santa Cruz. Tomem cuidado, pois ouvi dizer que, para assegurar a presa, esse bicho se passa por uma bondosa profissional da saúde!
JACARÉ DE RÉ
I
Menino não entra na onda
Pois Boa coisa não é
Este bicho traiçoeiro
É para enganar Mané
Só se defende com o rabo
Vindo de marcha a ré
E só acredita nele
Gente que não tem Fé
II
Eu vou dar uma sugestão
Abra o olho seu José
Este povo está querendo
Acabar com sua Fé
Esse bicho é sem futuro
Eu não voto nessa mulher
Seu sorriso é mais falso
Do que rabo de jacaré
III
Eu como sou desconfiado
Não entro nessa doutora
Esse povo do seu lado
Que já entrou na tesoura
Estão doidos pelo poder
Todos cobras traidoras
Queriam sujar a cidade
Entraram todos na vassoura
IV
É melhor abraço de urso
Ataque de tubarão
Coice de mula brava
E picada de escorpião
Cabeçada de carneiro
Ou chifrada de bisão
Jacaré não tem moral
Pra enganar cidadão
O meu voto está de Pé
Amontoado de babão
(desconheço autoria)












































